Consórcio para dentistas

Você cuida de cada sorriso. E do patrimônio?

Agenda de pacientes, equipe e gestão da clínica deixam pouco tempo para planejar. A Ikaros monta com você a estratégia de consórcio, sem juros de financiamento.

Role para ver Regulado pelo Banco Central · pelo CPF ou pelo CNPJ da clínica odontológica

Resposta direta

Como funciona o consórcio para dentistas?

Consórcio para dentistas é a compra planejada do consultório odontológico, de imóvel ou de equipamento com carta de crédito, sem juros de financiamento. O dentista paga parcelas mensais, pelo CPF ou pelo CNPJ da clínica, e recebe a carta por sorteio ou lance. O custo é a taxa de administração. É regulado pelo Banco Central e não é investimento: a contemplação não tem data garantida.

A rotina do dentista

Consultório caro, agenda cheia.

O consultório próprio pesa no começoSala com ponto de água e esgoto para a cadeira, compressor, autoclave e raio-X: montar o consultório custa caro, e muita gente começa atendendo em clínica de terceiros.
A renda muda de um mês para outroParticular, convênio com repasse atrasado e porcentagem em clínica variam. A parcela do consórcio é previsível, e os meses melhores podem reforçar o lance.
O financiamento cobra juros por anosFinanciar a sala ou o apartamento significa pagar juros durante boa parte da carreira. Na carta de crédito, o custo é a taxa de administração.
Sobra pouco tempo para cuidar dissoA Ikaros acompanha do diagnóstico à contemplação e ao uso da carta, para você seguir na odontologia.

As 4 alavancas para o dentista

Uma carta de crédito, quatro estratégias.

Para quem passa o dia na cadeira, cuidando dos pacientes, o consórcio funciona como uma rotina financeira: parcela previsível, compra sem juros de financiamento e patrimônio que cresce um degrau de cada vez.

Alavanca 01

Consultório sem juros

Você compra a sala do consultório ou o apartamento com a carta de crédito, como quem paga à vista. Não há juros de financiamento: o custo é a taxa de administração, diluída nas parcelas.

Na práticaA porcentagem que você deixa na clínica de terceiros ou o aluguel da sala onde atende pode dar lugar a um consultório odontológico próprio.

Alavanca 02

Venda da carta contemplada

Contemplado antes de precisar do crédito, você pode transferir a cota para outro comprador, com a anuência da administradora. Quem precisa do crédito na hora costuma pagar um valor a mais pela carta: o ágio.

Na práticaUm colega recém-formado montando consultório agora é o perfil típico de comprador. O ágio depende do mercado no momento da venda.

Alavanca 03

Imóveis para locação

Cada carta contemplada pode virar um imóvel alugado. O aluguel ajuda a pagar as parcelas da carta seguinte, e o patrimônio cresce sem depender só das horas na cadeira.

Na práticaSalas comerciais com ponto de água e esgoto para cadeira odontológica atendem quem procura consultório pronto; o planejamento avalia a locação com margem para vacância.

Alavanca 04

Crédito contemplado que cresce

Contemplado antes de precisar do crédito? Ele fica aplicado em seu favor e é atualizado todo mês pela aplicação financeira, como prevê a Lei 11.795/2008. Com o consórcio quitado, o valor pode ser recebido em dinheiro.

Na práticaNuma carta de R$ 1 milhão, o crédito contemplado segue aplicado enquanto você paga as parcelas: uma reserva que cresce para quando você quiser reduzir a agenda. Não é renda mensal: o dinheiro só fica disponível com o plano quitado.

Cada alavanca depende da contemplação, por sorteio ou lance, sem data garantida. Ágio, aluguel e valorização dependem do mercado e não são garantidos. A atualização do crédito contemplado segue a aplicação financeira do grupo e não é promessa de ganho. Consórcio não é investimento: é compra planejada, com taxa de administração e fundo de reserva conforme o contrato.

Um caminho possível

Da clínica de terceiros ao consultório próprio, degrau a degrau.

Degrau 1

Os primeiros anos

A primeira carta, com parcela que cabe na renda de quem atende em clínica de terceiros.

Degrau 2

O consultório

Contemplado, você compra a sala e deixa de pagar aluguel.

Degrau 3

A carta seguinte

Com a agenda firme, um imóvel para locação entra no plano.

Degrau 4

Agenda no seu ritmo

Imóveis quitados complementam a renda no ritmo que você escolher.

Exemplo ilustrativo. Cada degrau depende da contemplação, por sorteio ou lance, sem data garantida, e da sua renda em cada fase. A escolha entre CPF e CNPJ da clínica odontológica deve passar pelo seu contador.

Sem juros de financiamento Pelo CPF ou pelo CNPJ da clínica Administradoras autorizadas pelo Banco Central Assessoria do começo ao fim
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Para aprofundar: guia em PDF para dentistas · como funciona o consórcio · consórcio imobiliário · carta de crédito contemplada · consórcio pelo CNPJ · plano de saúde para dentistas · consórcio para médicos · questionário de consórcio · materiais gratuitos

Perguntas frequentes

O que o dentista pergunta antes de entrar.

Dentista pode fazer consórcio pelo CNPJ da clínica?

Sim. A clínica odontológica pode aderir como pessoa jurídica, e o bem fica no nome da empresa. A escolha entre CPF e CNPJ muda a parte fiscal e o patrimônio de cada sócio: decida junto com o seu contador.

Dá para comprar cadeira odontológica e raio-X com consórcio?

Sim, em grupos de bens móveis que aceitam equipamentos, como cadeira, raio-X e scanner intraoral. A carta de imóvel serve para sala, consultório e apartamento; equipamento pede um grupo próprio, com regras e prazos diferentes.

A carta de imóvel paga a reforma do consultório?

Depende do regulamento do grupo. Algumas administradoras aceitam usar a carta imobiliária em reforma ou construção, com orçamento e vistoria. A Ikaros confere essa regra antes da adesão.

Minha renda varia com convênios e particulares. Isso atrapalha?

A parcela do consórcio é previsível e corrigida pelo índice do contrato. Nos meses de renda maior, a sobra pode reforçar o lance, sem obrigação de ofertar. O plano é montado sobre a renda que se repete, não sobre o melhor mês.

Consórcio ou financiamento para o consultório?

No financiamento a sala vem na hora e há juros por anos. No consórcio o custo é a taxa de administração e a sala vem com a contemplação. Serve a quem consegue planejar a compra com antecedência.

Posso usar o FGTS?

No consórcio imobiliário, sim, para lance, amortização ou quitação de imóvel residencial, desde que você e o imóvel atendam às regras do FGTS. Sala comercial e consultório não entram nessa regra.

Consórcio é investimento?

Não. É a compra planejada de um bem sem juros de financiamento. Aluguel, ágio na venda da carta e valorização dependem do mercado e não são garantidos.

Planeje o voo

Cuide do seu patrimônio também.

Conte o seu momento na odontologia e o que quer conquistar. A Ikaros desenha a estratégia com você, com as regras do grupo às claras.

Aviso Banco Central. Consórcio é uma modalidade de autofinanciamento regulada pelo Banco Central do Brasil e administrada por administradora de consórcio autorizada. A Ikaros atua como assessoria/representante, não como administradora. A contemplação ocorre por sorteio ou lance e não há garantia de data de contemplação. Não há promessa, garantia ou projeção de rentabilidade: eventuais vantagens econômicas decorrem da estratégia de uso da carta de crédito e das condições de mercado, não de rendimento oferecido pela administradora. Incidem taxa de administração e fundo de reserva conforme contrato. Leia o contrato e o regulamento do grupo antes de aderir.