Consórcio para empresários

Você faz a empresa crescer. E o patrimônio?

Folha, impostos e clientes consomem o dia e o caixa. A Ikaros monta com você a estratégia de consórcio, sem juros de financiamento.

Role para ver Regulado pelo Banco Central · pelo CNPJ da empresa ou pelo CPF do sócio

Resposta direta

Como funciona o consórcio para empresários?

Consórcio para empresários é a compra planejada da sede, de veículos, caminhões ou máquinas, pelo CNPJ da empresa ou pelo CPF do sócio, sem juros de financiamento. A carta depende de sorteio ou lance. A contemplação não tem data garantida. Há taxa de administração e, quando previstos, fundo de reserva e seguro; crédito e parcelas têm reajustes conforme o contrato. É regulado pelo Banco Central e não é investimento.

A rotina do empresário

Caixa disputado, decisões grandes.

O capital de giro não pode ir para o imóvelComprar a sede ou a frota à vista tira da operação o dinheiro que paga estoque, folha e fornecedores. A parcela do consórcio entra no planejamento do mês.
A renda muda de um mês para outroSazonalidade, prazos de recebimento e contratos novos mexem no caixa. A parcela do consórcio é previsível, e os meses fortes podem reforçar o lance.
O financiamento cobra juros por anosFinanciar a sede ou a frota significa pagar juros durante anos, que pesam no resultado da empresa. Na carta de crédito há taxa de administração e, quando previstos, fundo de reserva e seguro, além dos reajustes definidos no contrato.
Sobra pouco tempo para cuidar dissoA Ikaros acompanha do diagnóstico à contemplação e ao uso da carta, para você seguir tocando o negócio.

As 4 alavancas para o empresário

Uma carta de crédito, quatro estratégias.

Para quem toca uma empresa, o consórcio funciona como uma rotina financeira: compra planejada, sem juros de financiamento, e patrimônio que cresce um degrau de cada vez.

Alavanca 01

Sede própria sem juros

A empresa compra a sede, o galpão ou a sala comercial com a carta de crédito, como quem paga à vista. Não há juros de financiamento. As parcelas incluem taxa de administração e, quando previstos, fundo de reserva e seguro, com reajustes conforme o contrato.

Na práticaO aluguel da loja, do galpão ou do escritório pode dar lugar a um imóvel da empresa, sem tirar o capital de giro da operação. Para a frota, caminhões e máquinas, há grupos próprios.

Alavanca 02

Venda da carta contemplada

Contemplado antes de precisar do crédito, você pode transferir a cota para outro comprador, com a anuência da administradora. Quem precisa do crédito na hora costuma pagar um valor a mais pela carta: o ágio.

Na práticaOutra empresa que precisa do crédito agora, para a sede ou para a frota, é o perfil típico de comprador. O ágio depende do mercado no momento da venda.

Alavanca 03

Imóveis para locação

Cada carta contemplada pode virar um imóvel alugado. O aluguel ajuda a pagar as parcelas da carta seguinte, e o patrimônio cresce fora da operação, sem depender só do resultado da empresa.

Na práticaGalpões logísticos e salas comerciais têm procura de outras empresas; o planejamento avalia a locação com margem para vacância.

Alavanca 04

Crédito contemplado que cresce

Contemplado antes de precisar do crédito? Ele fica aplicado em seu favor e é atualizado todo mês pela aplicação financeira, como prevê a Lei 11.795/2008. Com o consórcio quitado, o valor pode ser recebido em dinheiro após 180 dias da contemplação, se o crédito ainda não foi utilizado e as obrigações com o grupo e a administradora estiverem quitadas.

Na práticaNuma carta de R$ 1 milhão, o crédito contemplado segue aplicado enquanto você paga as parcelas: uma reserva que cresce para a sucessão ou para quando você quiser sair da operação. Não é renda mensal: o dinheiro só fica disponível com o plano quitado, após 180 dias da contemplação, sem uso anterior do crédito e com as obrigações do grupo e da administradora quitadas.

Cada alavanca depende da contemplação, por sorteio ou lance, sem data garantida. Ágio, aluguel e valorização dependem do mercado e não são garantidos. A atualização do crédito contemplado segue a aplicação financeira do grupo e não é promessa de ganho. Consórcio não é investimento: é compra planejada, com taxa de administração e, quando previstos, fundo de reserva e seguro. Crédito e parcelas seguem os reajustes do contrato.

Um caminho possível

Do aluguel à sede própria, degrau a degrau.

Degrau 1

A primeira carta

Parcela planejada no fluxo de caixa, sem tirar o capital de giro.

Degrau 2

A sede

Contemplada, a empresa compra o imóvel e deixa de pagar aluguel.

Degrau 3

A carta seguinte

Frota e máquinas por grupos próprios; um imóvel para locação entra no plano.

Degrau 4

Patrimônio e sucessão

Imóveis quitados complementam a renda no ritmo que você escolher.

Exemplo ilustrativo. Cada degrau depende da contemplação, por sorteio ou lance, sem data garantida, e da sua renda em cada fase. A escolha entre o CNPJ da empresa, uma holding ou o CPF do sócio deve passar pelo seu contador.

Sem juros de financiamento Pelo CNPJ da empresa ou pelo CPF do sócio Administradoras autorizadas pelo Banco Central Assessoria do começo ao fim
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Perguntas frequentes

O que o empresário pergunta antes de entrar.

A empresa pode fazer consórcio pelo CNPJ?

Sim. A empresa adere como pessoa jurídica e o bem fica no nome dela. Comprar pela empresa, por uma holding patrimonial ou pelo CPF do sócio muda a parte fiscal, a proteção do patrimônio e a sucessão: decida junto com o seu contador e o seu advogado.

Dá para comprar caminhões, veículos e máquinas?

Sim, em grupos de veículos pesados, leves ou de bens móveis que aceitam máquinas e equipamentos. Cada grupo tem regras e prazos próprios; a carta de imóvel serve para sede, galpão e sala comercial.

A carta de imóvel paga a reforma ou a construção da sede?

Depende do regulamento do grupo. Algumas administradoras aceitam usar a carta imobiliária em reforma ou construção, com orçamento e vistoria. A Ikaros confere essa regra antes da adesão.

O faturamento da empresa varia. Isso atrapalha?

A parcela do consórcio é previsível e corrigida pelo índice do contrato. O plano é montado sobre o caixa que a empresa gera nos meses comuns, não no melhor mês. O que sobrar nos meses fortes pode reforçar o lance, sem obrigação de ofertar.

Consórcio ou financiamento para a sede?

No financiamento a sala vem na hora e há juros por anos. No consórcio há taxa de administração e, quando previstos, fundo de reserva e seguro; crédito e parcelas seguem os reajustes do contrato. A sala depende da contemplação. Serve a quem consegue planejar a compra com antecedência.

Uso o caixa da empresa como lance?

Pode, se o lance não comprometer o capital de giro. O lance livre é opcional e só concorre na assembleia do grupo; o planejamento define até onde o caixa pode ir sem apertar a operação.

Consórcio é investimento?

Não. É a compra planejada de um bem sem juros de financiamento. Aluguel, ágio na venda da carta e valorização dependem do mercado e não são garantidos.

Planeje o voo

Cuide do seu patrimônio também.

Conte o momento da empresa e o que quer conquistar. A Ikaros desenha a estratégia com você, com as regras do grupo às claras.

Aviso Banco Central. Consórcio é uma modalidade de autofinanciamento regulada pelo Banco Central do Brasil e administrada por administradora de consórcio autorizada. A Ikaros atua como assessoria/representante, não como administradora. A contemplação ocorre por sorteio ou lance e não há garantia de data de contemplação. Não há promessa, garantia ou projeção de rentabilidade: eventuais vantagens econômicas decorrem da estratégia de uso da carta de crédito e das condições de mercado, não de rendimento oferecido pela administradora. Incidem taxa de administração e fundo de reserva conforme contrato. Leia o contrato e o regulamento do grupo antes de aderir.